Artigos, animações virtuais, poesias, etc...

sábado, 8 de setembro de 2012

Soneto do anoitecer no mar


Soneto do anoitecer no mar

Gosto do ritmo
da explosão das ondas
encobrindo as pedras
e a visão do istmo

Mística neblina
que a paisagem cega:
Oculte-me as vagas
e, de quebra, as guerras.

Ah... maré, me traga
mensagens flutuantes,
venturosas linhas....

que lerei pensante 
na luz tremulante
de três lamparinas


terça-feira, 4 de setembro de 2012





Soneto da porra


Queria fazer uma porra
de um belo e inspirado soneto
Mas fico aqui tentando à toa
E não sai nada, nada mesmo

E então, quando a rima ressoa
Quando a coisa parece que vai
E um arzinho besta me invade
A palavra perfeita se esvai

Deixando-me atônito e triste,
De uma forma que ninguém sabe
O dedo assim meio que em riste

Com jeito de antigo profeta:
Um dia hei de um soneto fazer
Pra todos dizerem: poeta!

sábado, 9 de junho de 2012

Anima Session apresenta: Eldorado Kabarett



Você já ouviu falar da “República de Weimar”? Esse é o nome dado (referência à cidade de Weimar, onde a república foi proclamada) ao breve intervalo democrático vivido pela Alemanha entreguerras. Durou de 1918 a 1933, quando os nazistas assaltaram o poder. “Prestes a perder a Primeira Guerra Mundial, a liderança militar alemã, altamente autocrática e conservadora, atirou o poder para as mãos dos democratas”  (Wikipédia) pra que eles tivessem que negociar a paz. “Ou seja, a derrota na guerra” que ela própria tinha iniciado. Já viram esse filme antes? Ou melhor, depois? A república foi, portanto, um “presente envenenado à democracia”.  Independentemente disso, o período é visto com certa nostalgia por boa parte dos alemães devido ao fato de provavelmente ter sido a única oportunidade que tiveram de vivenciar liberdades civis antes do término da 2ª guerra. Foi a belle epoque deles, um pequeno lapso de tempo em que artistas e grupos minoritários puderam se expressar sem medo de represálias (ou das câmaras de gás). Conhecer o 1920’s Berlin Project foi uma grata surpresa. Criado pela usuária do avatar Jo Yardley, em Second Life, trata-se de uma magnífica réplica. Fiz uma animação (machinima) pra tentar captar o espírito daquele tempo. Espero que gostem.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Sobre as implicações da revolução industrial para a educação.

Joelma, nosso dia a dia tá impregnado de racionalidade. A revolução industrial e a consequente urbanização impulsionou a regulação de nossas vidas no tempo e no espaço. Isso foi bom ou ruim? Não sei. O que sei é que foi necessário (por razões diversas). Eu sempre achei que devemos dissociar o valor das ferramentas do eventual mau uso que terceiros possam fazer delas. Não discuto se Skinner fez bom ou mau uso de suas descobertas. O que proponho é 1) reconhecer que são ferramentas poderosas; 2) considerar que uma parcela delas já se tornou parte integrante do nosso dia a dia e que o reconhecimento disso pode ser o primeiro passo pra capitalizá-las a favor da educação democrática que queremos. Os softwares que invadiram nossas vidas servem, por exemplo, pra minimizar o tempo das tarefas, repetitivas ou não. No caso da educação, pra minimizar o tempo de resposta ao estudante, uma das justificativas de Skinner pra utilização da tecnologia em sala de aula. O conceito está presente inclusive na breve conversa entre Bill Gates e Steve Jobs tiveram sobre a aplicação dos computadores na educação, presente na famosa biografia disponível nas bancas. Ora, aumentar a velocidade com que os alunos aprendem não tem a ver com o aumento do nível de escolaridade? Com formação de mão de obra qualificada, crescimento econômico e consequente diminuição do desemprego? E tudo isso com democracia? (PS: a China, ela sim taylorista no pior sentido, é claramente a exceção à regra). Não sei se alguém antes de Skinner expôs essas vantagens e a necessidade disso de forma tão clara.

João e Imaculada: não somos máquinas, claro, mas quando as  utilizamos, elas “são a gente”. Concordo com Marshall McLuhan: as máquinas são extensões dos nossos corpos e sentidos (o carro, o avião, a bicicleta são extensões das nossas pernas; a televisão e a máquina fotográfica, extensões dos nossos olhos; o rádio, o ipod, extensões da nossa audição; o computador, do nosso cérebro...). O argumento (tornado clichê) de que não somos máquinas e que, portanto, Taylor e Skinner devem ser considerados cartas fora do baralho democrático põe coisas e valores, criador e criatura... tudo no mesmo saco. O que proponho, mais uma vez, é passarmos o pente fino, separarmos o joio do trigo (uma das maneiras de se fazer isso é justamente como você, João, tá fazendo com Descartes). Caso contrário corremos o risco de jogar o bebê fora junto com a água suja, como se diz. Democracia é um valor que veio pra ficar. É universal sim, ao contrário do que defendem algumas correntes multiculturalistas. Nenhuma democracia hoje sobrevive, porém, sem a aplicação maciça da tecnologia, resultado direto da revolução industrial. Aí entramos numa aparente contradição. À primeira vista a industrialização (a máquina), quando aplicada à produção em série (fordismo) com controle e minimização do tempo (racionalização taylorista), nivela e equaliza seres humanos diferentes. Um juízo mais apurado nos mostra, porém, que essa mesma produção em série também democratiza o acesso aos bens materiais (e com isso, segundo o que se pode depreender de Marx, também os bens intangíveis) outrora pertencentes apenas às elites. Se Skinner e Taylor fizeram mau uso desse poder negando a justa participação no processo a alunos e trabalhadores, respectivamente, o que devemos atacar é o mau uso, não o poder que eles foram pioneiros em vislumbrar. O curioso é que já se faz justamente isso com Maquiavel. Por que não com Skinner e Taylor? Defender o contrário faz lembrar o movimento dos operários ingleses que, ao invés de atacar o mau uso das máquinas atacavam as próprias máquinas (os ludistas). Lembrei de poema de Brecht bem apropriado à discussão:

"O outro Lado”

Em 1934, no oitavo ano da guerra civil
Aviões de Chiang Kai-chek lançaram
Sobre o território dos comunistas
Panfletos onde colocavam a prêmio
A cabeça de Mao Tsé Tung.
Previdente
O estigmatizado Mao, em vista da falta
De papel, e da abundância de idéias
Fez juntar aquelas folhas impressas
De um só lado, e as fez correr entre a população
Com coisas úteis impressas (...) no lado limpo”

PS:  Não joguemos fora os papéis: aproveitemos o outro lado.

Quero destacar pelo menos uma consequência nefasta do não reconhecimento do verdadeiro papel da racionalização do trabalho na educação: muitos educadores que se dizem democráticos atacam as avaliações de múltipla escolha sob o argumento de que não estimulam a criatividade, não desenvolvem a autonomia, etc. Em outras palavras, os alunos não são máquinas. São dotados de subjetividade e, portanto, redações e projetos seriam muito mais apropriados a uma educação de qualidade (observação: em condições ideais, eu também prefiro as redações e os projetos). Como porém “condições ideais” são sinônimo de utopia, e não estamos tratando de ficção mas de realidade, então: a) esses educadores simplesmente não fizeram a ponte, não sacaram as implicações da revolução industrial para a educação. Não perceberam que é mais democrático racionalizar o tempo da avaliação pra recolher informações sobre o sistema educacional em todo o território nacional a fim de diagnosticar e corrigir seus problemas que deixar as comunidades do “Brasil profundo”  à mercê dos “currais pedagógicos”, onde diretores incompetentes apadrinhados pelos políticos locais mantém-se em seus respectivos cargos há anos sem serem postos à prova por nenhuma incômoda avaliação externa a descortinar o resultado de anos e anos de mau ensino derivado da substituição do mérito pelo clientelismo; b) Também não perceberam as implicações de outra revolução, anterior à revolução industrial, e sem a qual esta última não teria existido: a revolução científica. Galileu Galilei, o pai da ciência moderna, ao deslocar o eixo do critério de verdade da teoria pra prática, do texto escrito (Aristóteles) para a experimentação (observação do fenômeno, formulação de uma hipótese explicativa, verificação experimental e comprovação/refutação), criou as bases da revolução insdustrial e da sociedade como hoje a conhecemos. Em ciências humanas a “experimentação” pode se dar de várias maneiras. Uma delas é ir de encontro ao fenômeno e recolher informações, comparar e entender o porquê dele se manifestar desta ou daquela forma. O nome disso em educação pública (não na pesquisa universitária)? Avaliação externa! O contraponto democrático (pra que essas informações não sejam mau utilizadas) se dá de uma forma bem parecida com a solução encontrada pelos trabalhadores pós-ludistas, que criaram sindicatos: fazer os conselhos de escola funcionarem. Finalizando: Skinner, Taylor, Maquiavel & Cia nos fizeram o favor não só de desvelar as diversas dimensões do poder como também arriscar soluções e encaminhamentos (mesmo que a serviço das elites). Reconheçamos a importância dessas descobertas e utilizêmo-las ao nosso favor.

sábado, 29 de outubro de 2011

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Projeto para a utilização da sala de informática da EM Camburi (1ª versão)

Prof Alexandre de Souza Mattos - 3/4ª séries do EJA (Educação de Jovens e Adultos)



1. Apresentação
                Já no início de 2010, por ocasião do meu ingresso da EM de Camburi como professor do EJA (3/4ª séries) - e munido da minha experiência...
* como usuário de computadores desde 1982;
* com a internet desde 1995;
* na função de monitor da sala de informática da Faculdade de Educação da USP (Projeto Pró-aluno) em 1996/1997;
* com as atividades nas salas de informática das EM's de Barra do Una (em 2003, na condição de coordenador, com alunos do ensino fundamental regular), EM de Boracéia (em 2004, na condição de coordenador, com alunos de 1ª à 4ª série do EJA), EM de Boiçucanga (em 2007, na condição de professor, com alunos de 1ª à 4ª série do EJA) e na EM de Juqueí (em 2009, na condição de professor, com alunos de 1ª à 4ª série do EJA)...
...iniciei as primeiras sondagens relacionadas à possibilidade de utilização da sala de informática da escola. Esta contava, então, com 10 ou 15 computadores (não lembro o número exato). Destes, alguns estavam sem funcionar, mas a quantidade restante permitia a utilização dos mesmos pela classe, desde que os alunos concordassem em dividir seu tempo de uso em dois turnos de 30 minutos cada (por vezes três turnos de 20 m cada). Feito o acordo, iniciamos a utilização da sala com a prática de redação com processador de texto.
                A experiência durou apenas duas ou três aulas. Em pouco tempo, já não havia 8 ou 7 computadores funcionando, mas apenas 5 ou 4. A sala era utilizada por toda a comunidade escolar, professores e alunos dos três períodos, de modo que não deu pra saber exatamente em que momento este ou aquele pc deixou de funcionar. O fato é que uma vez utilizados, os computadores de qualquer sala de informática – pública ou não – precisam de manutenção permanente e conexão com a internet (para atualização permanente dos antivírus), caso contrário não sobrevivem por muito tempo. Passado 1 ano desde a primeira tentativa de utilização regular da sala, pouco após a última manutenção realizada pela equipe de informática da Secretaria da Educação e com a promessa da internet iminente, vislumbramos novamente a possibilidade de retomar o tão necessário trabalho de inclusão digital da clientela do EJA. Este projeto acaba de ser elaborado com o intuito de balizar a retomada do trabalho interrompido 1 ano atrás, sob condições alheias à vontade deste professor, seus alunos e, muito provavelmente, também da maioria esmagadora dos alunos do ensino regular e dos pais que anseiam por viabilizar a seus filhos o domínio das ferramentas necessárias para a inserção destes na grande sociedade da informação que se projeta neste início de século XXI.
  
2. Objetivos
                Proporcionar inclusão digital aos alunos do EJA (3/4ª séries) da EM de Camburi através da utilização do computador e da internet como recursos para o desenvolvimento de conceitos, procedimentos e atitudes relacionadas ao domínio de softwares/sites apropriados aos diversos componentes curriculares. Através da utilização da internet, pretende-se também desenvolver a percepção da função social não só da leitura e escrita, mas também da produção e consumo das informações audiovisuais. Isto se dará através da inscrição dos alunos em sites gratuitos de redes sociais como o Twitter e Orkut, bem como da sua contribuição para a atualização do blog da escola (http://emcamburi.blogspot.com) com textos, desenhos, fotografias e filmes realizados com a filmadora da escola, ou mesmo com celulares (com a devida autorização para sua utilização).


3. Justificativa
                A sociedade têm passado por transformações de tal monta nas últimas décadas que muitos educadores e pensadores já manifestaram a opinião de que vivemos no olho do furacão de uma revolução da informação proporcionalmente maior ainda que a desencadeada pela invenção da prensa móvel por Gutemberg no século XV. Dentre estes educadores e pensadores, destacam-se, entre outros, Marshal Mcluhan, Ivan Ilich, Lauro de Oliveira Lima, Pierre Levy, Pierre Babin e Jaques Pappers. A escola, sendo a instituição responsável pela transmissão em massa do chamado 'saber elaborado' (Georges Snyders) - ou, como o classifica os PCN's, as chamadas competências conceituais, procedimentais e atitudinais - não pode eximir-se da sua função primordial. Posto isso, cabe considerar a necessidade premente de inclusão digital da sua clientela, especialmente os que ainda não possuem qualquer contato com o computador (o caso da maioria dos alunos do EJA)


4. Estratégias
a) Computadores off line:
* Fundamentos práticos: ligar o estabilizador, ligar o pc, o monitor, localizar as letras do alfabeto no teclado, pressionar cada tecla com a força e o tempo suficientes para a inserção de uma letra por vez, digitar a senha de acesso, localizar e pressionar a tecla 'enter'. Utilização do 'mouse' (‘rato’), seus dois ou três botões e a rodinha no centro (scroll lock = trava de rolagem).
* O significado das informações aparecidas na tela do monitor: a área de trabalho, o menu iniciar, os programas, os documentos. Digitação. Teclas para dar espaço, apagar para a frente, apagar para trás, criar outra linha, letra maiúscula, comandos de formatação do texto. Salvar e fechar o documento, desligar o pc (personal computer) e, por fim, o estabilizador.
* Softwares (em ordem de prioridade): processador de texto (Língua Portuguesa), didáticos por área (Matemática, História, Geografia e Ciências) e desenho e ‘pintura’ (Artes).
Obs. Os fundamentos práticos serão ensinados como pré-condição para, num primeiro momento, darmos continuidade à prática de produção de texto (redação) já em curso no semestre letivo, em sala de aula.

b) Computadores on line:
                Os alunos aprenderão a preencher o cadastro para abertura de conta de e-mail e utilização de diversos sites. Em seguida, aprenderão a utilizá-los para produzir, consumir e compartilhar conteúdo escrito e audiovisual.
* Língua Portuguesa: processamento de texto (redação). Internet: e-mail, twitter, blogger, orkut, etc;
* Artes: desenho e pintura. Internet: flickr, etc;
* Geografia: Internet: localização com o google maps, etc;
* Matemática: planilhas. Internet: sites didáticos, etc;
* História: Internet: Wikipédia, etc;
* Ciências: Internet: sites didáticos, etc;
Obs. os conteúdos acima poderão ser trabalhados obedecendo-se a ordem em que estão listados ou paralelamente, de forma transdisciplinar.


5. Avaliação

                A natureza dos conteúdos e estratégias acima descritos e listados evidencia o caráter contínuo e permanente da avaliação dos trabalhos. Dado o fato de este ser desenvolvido em grupo, onde os alunos estarão em contato incessante uns com os outros no processo de construção do conhecimento, a avaliação se dará também tanto na forma horizontal (aluno-aluno) quanto vertical (pelo acompanhamento pelo professor). A despeito do acima exposto, também se espera que o incremento do domínio das ferramentas digitais e do cyber espaço pelos alunos atue positivamente, de forma indireta, na melhoria do rendimento escolar nas avaliações pontuais, também realizadas (semanalmente) por este professor.
                Especificamente quanto à inclusão digital, serão indicadores do desempenho dos alunos o grau de domínio adquirido...
  • ...no manuseio dos botões, teclado e mouse, necessários para a inserção e visualização de dados nos pc’s;
  • ...na utilização dos softwares off line.
  • ...na navegação na internet e utilização dos sites nos quais os alunos irão se inscrever.

6. Disposições finais
                Espero com este projeto poder contribuir para a utilização das salas de informática nas escolas públicas em geral. É permitida sua utilização por quem quer que seja sob os termos da licença de direitos autorais da Creative Commons. Ou seja, desde que concedidos os devidos créditos ao autor.

Alexandre de Souza Mattos

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Sobre EAD e a melhor proporção professor/alunos

Comentário postado em resposta ao artigo "O Pesadelo da EaD", de autoria de 'De Mattar'

Alguns breves comentários de quem não está a par da conjuntura que envolve hoje a EAD, mas que há muito reflete sobre as grandes questões envolvendo a macro-educação:

Deixando de lado as questões trabalhistas e me atendo ao problema pedagógico, penso que o futuro da EAD deverá envolver a ampla utilização das redes sociais. O Facebook é um exemplo de rede social que constantemente inova na oferta de aplicativos. Daí para redes sociais aplicadas, ou mesmo no interior das grandes redes, que ofereçam aplicativos que permitam interações ricas entre os internautas e alunos também do ensino formal (encaremos as atuais redes sociais como 'ensino informal'), penso que é um pulo. Nesse contexto, não penso que a proporção de 400 alunos por professor seja um absurdo, mas somente nesse contexto. Mark Zuckerberg e sua equipe de, talvez, 50 funcionários não 'ensinam' (de certa forma) cerca de 2 bilhões de alunos? 1 professor pra cada... 40 milhões de alunos...

Claro, não quero aqui colocar ensino formal e informal no mesmo patamar, mas sempre me opus ao muro de Berlim que nossas universidades (fiz pedagogia na USP) construíram ente os dois lados. E o resultado tá aí. A grande revolução da educação contemporânea - a revolução da comunicação - passa ao largo dos muros da escola brasileira, especialmente da escola pública. As Lan houses ensinam mais...

Resumo: eu defendo a) uma maior interação entre ensino formal e informal; b) que os professores sejam formados no amplo conhecimento dessas redes para que possam utilizar-se delas (construindo aplicativos também) como ferramenta para dinâmicas de aprendizagem 'horizontal' (e não somente vertical). Dinâmicas entre alunos (aprendizagem horizontal) apenas acompanhadas e mediadas pelos professores; c) aulas magnas, com professores de renome, via teleconferência; d) encontros presenciais livremente combinados entre os alunos, como atualmente já se dá a partir das redes sociais abertas.

Essas são algumas poucas reflexões a respeito. Não quero, porém, diminuir a importância das questões trabalhistas. Até porque trata-se aqui de dar todo o apoio à categoria profissional dos professores nesse processo de transição para uma educação mais global e tecnológica. Educação Fordista, mas também Mcluhiana.
 
Licença Creative Commons
A obra Alex Muittos de Alexandre de Souza Mattos foi licenciada com uma Licença Creative Commons - Atribuição - Uso Não Comercial 3.0 Não Adaptada.
Com base na obra disponível em alexmuittos.blogspot.com.
Podem estar disponíveis permissões adicionais ao âmbito desta licença em http://alexmuittos.blogspot.com.